4 dicas essenciais para quem pensa em adotar um animal de estimação

Todo mundo sabe: adotar um animal de estimação é uma decisão que muda a vida de qualquer pessoa. Além de serem uma boa companhia, os pets podem ajudar a gente a afastar o sedentarismo, reequilibrar as nossas emoções e até mesmo ensinar as crianças a assumirem responsabilidades. Como diz aquela famosa campanha, adotar é mesmo tudo de bom.

Mas, afinal, quais são as partes difíceis da adoção e por que é tão importante nos preocuparmos com elas? Como garantir que a chegada de um animal de estimação em casa seja uma experiência segura, tranquila e especial ao mesmo tempo? É para responder a essas dúvidas que listamos 4 dicas simples e rápidas que vão ajudar você a se guiar nesse momento tão importante.

1. Planeje-se, tanto por você quanto pelo animal

A adoção de um pet envolve gastos e mudanças de rotina importantes tanto para você e sua família quanto para o animal adotado. Para evitar problemas e garantir que essa experiência seja boa para os dois lados, planeje-se. Comece se acostumando à ideia de que alguns gastos são inevitáveis: exames, vacinas, acessórios e alimentação são alguns dos exemplos mais básicos e imediatos.

Considere também a situação do animal e a da sua família. O condomínio aceita pets? Você está mesmo disposto a encarar a fase de adaptação do peludinho, mesmo com alguns prováveis inconvenientes, como fazer xixi e cocô fora do lugar, chorar à noite e deixar uma marca ou outra nos móveis da casa? Lembre-se: devolvê-lo não será bom para nenhum dos lados.

2. Recorra a pessoas de confiança

Muita gente tem se dedicado a tirar cães e gatos das ruas e colocá-los em situação de dignidade enquanto esperam pela adoção. Descubra quais organizações têm feito isso na sua região. Visite feiras de adoção e peça aconselhamento. Pesquise também em clínicas veterinárias e entre os seus amigos. Certamente algum deles terá algo a dizer sobre adoção pet.

3. Considere adotar um cão ou gato adulto

Resistir ao charme dos filhotinhos é uma tarefa difícil, a gente sabe, mas não se esqueça: eles demandam trabalho e atenção redobrados. Não se deixe levar só pela ideia de que o filhote vai crescer acostumado à sua família, afinal, mesmo cães e gatos adultos costumam se adaptar bem e retribuir com entusiasmo o amor dos adotantes quando recebem carinho e atenção.

Foto: Julia Caesar/Unsplash

Cães e gatos adultos tendem a se adaptar com mais facilidade a um novo lugar, poupando você de alguns inconvenientes típicos do processo de adaptação dos filhotes. Isso não significa que mudanças de ambiente sejam o cenário ideal para animais de qualquer idade, mas a situação vale a pena quando envolve tirá-los da rua ou de um abrigo para dar a eles um lar.

4. Pense no espaço e na convivência do novo pet

De acordo com Raphael Tostes, clínico geral aqui do HVB, os cuidados com a saúde do animal adotado são primordiais, mas há alguns detalhes práticos que também merecem atenção. “Uma questão que não pode passar despercebida, por exemplo, é o tamanho da casa. Ela precisa atender às necessidades de atividade física do animal adotado”, disse.

Já quem tem outros pets em casa deve ficar atento à convivência entre velhos e novos moradores. Segundo o veterinário, “a adaptação de um novo animal numa casa que já tem outros gatos ou cachorros nem sempre é fácil. Pode ser que a pessoa precise de uma certa cautela para apresentar o novo morador, que ele seja introduzido aos poucos na rotina dos outros animais”.

Esperamos que essas dicas facilitem a sua vida e ajudem a tornar o processo de adoção do seu pet ainda mais especial. Agora, que tal compartilhar o post com aquela pessoa que vive falando que quer adotar um melhor amigo, mas que no fundo, no fundo, precisa de um empurrãozinho?

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