7 perguntas comuns (e suas respostas) sobre castração de fêmeas

Quem nunca se perguntou sobre os benefícios de castrar um animal de estimação? Será que vale a pena? Selecionamos os questionamentos mais frequentes, que mais costumamos ouvir aqui no HVB, e preparamos um tira-teima rápido sobre castração, hoje dedicado às fêmeas.

Se tiver uma dúvida que não foi respondida aqui, deixe um comentário ou visite nossas redes sociais. Por enquanto, fique com as sete perguntas mais comuns (e suas respostas) sobre castração de fêmeas:

A castração previne tumores de mama?

Sim. Muitos estudos relacionam os hormônios sexuais femininos à formação de tumores mamários, que geralmente são malignos. Ou seja, quanto mais cedo a sua fêmea for castrada, menor será a ação dos hormônios sobre o seu organismo, o que reduz as chances de ela desenvolver o câncer de mama.

Devo esperar o primeiro cio ou a primeira prenhez?

Não. Você pode castrar sua gata ou cadela antes mesmo do primeiro cio, a partir dos seis a oito meses de idade. De qualquer forma, todo caso é único, e a recomendação é que sua fêmea seja avaliada pelo médico veterinário para que ele determine o melhor momento de realizar a castração.

A castração só vale a pena antes do primeiro cio?

Não. Cada animal tem a sua individualidade, o que significa dizer que a escolha da melhor época para o procedimento deve levar em conta fatores que vão além da idade do animal. Claro que, quanto mais cedo, melhor, mas a sua fêmea tem de estar em boas condições de saúde e com os exames em dia para ser considerada apta a realizar a castração. O mais adequado é conversar com o veterinário para que ele estude e oriente você sobre o melhor momento.

A castração interrompe os cios e impede a reprodução?

Sim. O nome técnico da castração de fêmeas é ovariosalpingohisterectomia, o que, destrinchado em bom português, significa dizer que o que se faz é um procedimento de retirada dos ovários e do útero, órgãos reprodutivos das fêmeas. Sem eles, as fêmeas ficam livres dos cios e das gestações.

A castração deixa o animal menos ativo?

Essa pergunta é mais comum quando falamos sobre a castração de machos, mas a resposta vale para tanto para eles quanto para as fêmeas: não. Apesar da diminuição dos hormônios sexuais, o comportamento pouco se altera após o procedimento. Acredite, a energia para a brincadeira não vai acabar tão cedo, afinal, o organismo é capaz de se readequar à nova situação. O comportamento do animal é baseado em muitos pilares além dos hormônios. Portanto, fique tranquilo e esqueça esse mito!

A castração deixa a fêmea livre da piometra?

Sim. A piometra é um processo inflamatório do útero mais comum em cadelas do que em gatas, e pode levar a óbito se não for tratada. A solução, nesses casos, é fazer uma intervenção cirúrgica de emergência — procedimento com riscos maiores do que aqueles observados em cirurgias eletivas realizadas em animais saudáveis, ou seja, um susto perfeitamente evitável, concorda?

A castração contribui para o controle de natalidade?

Sim. Quando optamos pela castração dos nossos pets, contribuímos para reduzir o número de animais de rua, que no Brasil é alarmante. A falta de políticas públicas para o controle de natalidade de cães e gatos torna cada um de nós responsável pela tarefa de evitar que essa população de rua aumente. A maneira mais eficaz de fazer isso é por meio da castração.

E você, tem alguma dúvida que não foi respondida aqui? Deixe a sua pergunta nos comentários!

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